sexta-feira, 3 de outubro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
Sonhamos com o dia em que todas as crianças tenham lares felizes para morar, proteção, amor, estudo e muitos sonhos para realizar.
Com uma família fantástica ao lado para amar,Que aprendam o valor da amizade, de cada minuto da vida,E que jamais esqueçam disso na idade adulta!
Acreditamos que ser criança é isso: jamais perder a fé em Deus (independente de religião), a esperança, o encantamento pela vida (ela é um presente e tem muitos momentos de festa), valorizar o outro e acreditar nele - os adultos têm medo, às vezes, de fazê-lo acreditar sempre, eternamente nos sonhos e em si mesmo!
Que todos possamos deixar a criança que existe dentro de nós viva para sempre!
segunda-feira, 23 de junho de 2008
sábado, 21 de junho de 2008

quarta-feira, 11 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
O destino que ninguém sabia...
O destino que ninguém sabia…
No centro da praça, existia uma estátua enorme que tinha muito significado para os habitantes da aldeia de Viseu, foi nesse local que aconteceu o imprevisto.
O velho que andava perto, avistou ao longe a Vera, que a confundiu com outra senhora que lhe tinha feito muito mal no passado, o velho ao aproximar-se começou a discutir e a querer bate-la.
Vindo não se sabe de onde, uma outra pessoa, João, que já algum tempo estava a observar aquele equívoco, começou a pôr ordem na confusão. Nessa mesma noite, o João e a Vera encontraram – se num bar da Sé para tomar um café, estes encontros começaram a ser frequentes. Pela milésima vez, o João quis sair novamente com a Vera.
Outra vez! Diz a Vera com um ar farto das tais saídas, desde daí não s falaram mais.
O tempo passou, passou, passou, até que um dia encontraram-se inesperadamente na praça.
O que ainda ninguém sabia, era que eles estavam destinados a ficarem juntos.
Moral da história, ninguém consegue fugir ao destino, neste caso revelou-se através de um incidente, mesmo ele sentindo uma forte ligação com a Vera, esta tentou evitar, no entanto, no dia em que se voltaram a encontrar o destino falou mais alto.
domingo, 1 de junho de 2008

Fair Play
Tudo começou quando na aldeia do João, resolveram comemorar a subida do clube da terra, o SCF (Sporting Clube de Fermentelos). No centro da praça existia um campo de futebol, e acharam pretinente realizarem um jogo entre a equipa da terra com a equipa da terra vizinha, que já estava na divisão seguinte.
O velho que andava por perto foi quem fez de árbitro, uma vez que este num era um jogo oficial. Vindo não se sabe de onde, um dos jogadores do SCF, o João, conseguiu marcar um golo e assim fazer a diferença, acabando por oferecer à sua equipa a vitória. Nessa mesma noite, no final do jogo, os adversários mostraram-se violentos e arrogantes.
- Oute vez? – diz o João do FCF, quando é atingido com mais uma pedra, mandada por um jogador da equipa contrária.
O tempo passou, passou, passou, e mesmo assim aquelo jogo continuava presente na memória dos jogadores derrotados. O que ainda ninguém sabia era que eles raramente perdiam e, por isso, não conseguiam aceitar de forma positiva e construtiva uma derrota.
Moral da história, os elementos constitutivos de uma equipa têm de ter espírito desportivo e saberem aceitar tão bem uma derrota , como uma vitória.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
A menina sereia
Tudo começou quando na aldeia uma criança estava a brincar com o amigo, e foram para a beira do mar, e para espanto de todos estava uma sereia sentada numa rocha.
No centro da praça existia um belo lago onde costumava andar sempre gente por perto. O velho que andava por perto ouviu as crianças a falarem com a sereia e juntou se a eles. A sereia disse pra irem com ela ao fundo do mar, para entrarem num mundo de magia, mas…
…Vindo não se sabe de onde um peixe voador veio trazer um recado a sereia, e assim fomos com o peixe a frente ver o fundo do mar. Nessa mesma noite vi coisas nunca antes imagináveis, peixes anões, peixes a ir a escola, era o dia a dia de humanos mas debaixo de água.
-Outra vez!? – Diz a sereia a ver os peixes pequenos a brincarem junto do lugar do tubarão, e avisou-os que não os queria ver mais ali.
O tempo passou, passou, passou até que um dia contei esta aventura que passei debaixo de água aos meus amigos, mas ninguém se acreditou em mim.
O que ainda ninguém sabia era que a sereia em tempos tinha sido uma rapariga da aldeia, mas numa das vezes que foi a praia foi mordida por uma piranha e transformou-se em sereia, essa rapariga nunca mais voltou a aldeia e fica de vez em quando sentada nos rochedos a observar de longe a aldeia e a ver o que mudou.

Trabalhos de Expressoes
O velho que andava por perto e a viu chegou perto dela e deu-lhe um pão que tinha acabado de comprar.
Vindo não se sabe de onde, um cão roubou o pão a pobre criança. Nessa mesma noite um polícia andou de guarda na feira para verificar se a criança continuava a pernoitar ali.
-Outra vez! Disse o polícia para a menina.
- Sim, eu não arranjar outro sítio para dormir…eu dormir ultima noite aqui! Polícia levar eu? Perguntou a menina ao polícia.
-Claro que não! Eu não te vou prender! Só que esta feira é muito perigosa para meninas da tua idade. Respondeu o polícia para menina.
O tempo passou, passou até que um dia apareceu um velhote muito simpático e acolheu a menina que já se encontrava muito doente. O que ainda ninguém sabia era que ela era filha de um casal muito rico e o velhote recebeu uma grande recompensa por ter dado a abrigo a filha perdida do casal.
Moral da história: Nem todas as crianças da rua a mendigar são filhos de famílias pobres, o melhor é ajudar o próximo, porque um dia podemos ser nós o mendigo.
domingo, 18 de maio de 2008
Os três porquinos

Era uma vez três porquinhos que viviam com a sua mãe.Um dia ela disse-lhes:
- Queridos filhos, penso que já são grandinhos para viverem sózinhos e poderem tra-balhar. Têm braços fortes e não lhes falta inteligência para pensar o que é melhor para cada um. Primeiro têm que construír as vossas próprias casas perto uns dos outros e con-tarem com todos os perigos que possam surgir. Os porquinhos puseram-se a caminho.
De todos os três o pequeno era o mais trabalhador, o do meio era trapalhão e o maior era preguiçoso. Como o maior era preguiçoso, fez a casa de palha para ser mais rápido. O do meio fez a casa de madeira pois também não gostava muito de trabalhar. Mas, o mais novo, o mais trabalhador, fez a sua com cimento e tijolos.
Um dia , apareceu o lobo que com um sopro derrubou a casa do mais velho e com ou-tro sopro deitou abaixo a casa do porquinho do meio. Os porquinhos muito amedrontados correram para casa do irmão mais novo com o lobo correndo atrás deles para os comer.
O porquinho abriu-lhes a porta rapidamente e, os irmãos, entraram muito admirados por verem uma casa tão forte e tão bonita.
O lobo pensava que a derrubava, soprava e dizia: - Soprarei soprarei e a casa derrubarei!
Mas a casa era forte e ele não a conseguiu derrubar.Por isso, muito envergonhado fugiu e não voltou mais.
Os porquinhos ficaram tão felizes que fizeram uma grande festa.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
A rã e a vaca =)
Uma rã viu uma vaca. E achou linda, aquela vaca.
- Como ela é gorda! - dizia ela. - Como ela é grande! Eu sou muito pequena, coisa mais chata! Ah, eu queria tanto ser gorda como a vaca!
então a rãzinha começou a comer o máximo que conseguia para ver se ficava gorda, gorda como a vaca!
Às vezes ela nem sentia fome, mas comia assim mesmo e falava para a irmãzinha rã:
- Preste bem atenção, minha irmã, me diga se estou engordando, me diga se fiquei tão gorda quanto à vaca!
- Que nada! Você não é gorda como a vaca.
A rãzinha comeu mais ainda, e engordou bastante; quase nem conseguia mais saltar
- E agora, já estou tão gorda quanto à vaca? - Que nada! Você não é gorda como a vaca. Você é bem menor. Nunca na vida você vai ser tão gorda quanto à vaca.
Mas a rãzinha queria porque queria ficar tão gorda quanto à vaca. Aí começou a comer mais grama, mais moscas, e todas as comidas que encontrava pela frente.
E ela engordava. Quase nem conseguia mais andar.
Tinha virado uma rã gorda, gorda, mas não tão gorda quanto a vaca, e sua irmãzinha rã ficava zombando dela.
- Pode comer tudo que quiser, que não vai adiantar. Nunca na vida você vai ficar tão gorda quanto à vaca. Você é uma rãzinha, uma rãzinha pequena! Por que foi inventar de ficar tão gorda quanto à vaca?
Mas a rãzinha não dava a mínima para sua irmã. Continuava comendo
E vocês sabem o que aconteceu?
Ela comeu demais, ficou doente e morreu.
Ah que doidinha, aquela rã invejosa! Por que ela não queria ser uma pequena rãzinha?
As rãs são muito simpáticas, pequenas daquele jeito . . . Se fossem gordas como as vacas, seriam muito feias e não conseguiriam saltar na relva e se esconder debaixo das folhas ou no meio das plantas quando a gente tenta agarrá-las.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
A Cigarra e a Formiga


Criança

Onde há, esperança, inocência, fantasia
Especialistas na curiosidade, pulos, saltos e muita brincadeira
O mundo das crianças está na nossa infância onde tudo tem mais fantasia
Crianças, crianças elas são a nossa maior alegria
Criança é a nossa alegria
É o melhor professor que podemos ter, pois com ela aprendemos muitas coisas
A sua inocência é tão natural que acaba por nos cativar a todos
É tão bom ser criança
Ter sempre o papa e a mamã só para nós
Não há nada melhor do que o carinho dos pais
Um conto de fadas contado a noitinha para um sonho cor de rosa a criança ter
Para no dia a seguir se reunir a família e dar grandes gargalhadas sem qualquer preocupação


