sexta-feira, 3 de outubro de 2008

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

terça-feira, 1 de julho de 2008

terça-feira, 24 de junho de 2008

Nossos sonhos
Sonhamos com o dia em que todas as crianças tenham lares felizes para morar, proteção, amor, estudo e muitos sonhos para realizar.
Com uma família fantástica ao lado para amar,Que aprendam o valor da amizade, de cada minuto da vida,E que jamais esqueçam disso na idade adulta!
Acreditamos que ser criança é isso: jamais perder a fé em Deus (independente de religião), a esperança, o encantamento pela vida (ela é um presente e tem muitos momentos de festa), valorizar o outro e acreditar nele - os adultos têm medo, às vezes, de fazê-lo acreditar sempre, eternamente nos sonhos e em si mesmo!
Que todos possamos deixar a criança que existe dentro de nós viva para sempre!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

sábado, 21 de junho de 2008

É sempre bom conhecer as crianças, pois facilita o trabalho do educador...
Aqui fica um pequeno artigo que fala das crianças muito especiais e muito amorosas.
Criança com trissomia 21 (Síndrome de Down)



As estatísticas dizem-nos que um em cada 800 a 1000 recém-nascidos são portadores de trissomia 21 ou da Síndrome de Down, um distúrbio genético causado pela presença de três cópias do cromossoma 21 em vez das habituais duas. A Síndrome de Down está normalmente associada a dificuldades no âmbito do desenvolvimento físico e das capacidades cognitivas, assim como a diferenças na aparência facial e corporal. Enquanto no início da década de trinta, a esperança de vida para uma pessoa com trissomia 21 era de nove anos, hoje pode ter uma vida longa e saudável.


O papel da educação


A frequência de um estabelecimento de ensino, público ou privado, é tão relevante como a participação nos programas de intervenção precoce. Para além da importância de uma educação, a experiência escolar ajuda uma criança com trissomia 21 a desenvolver a sua própria identidade e a fortalecer a sua auto-estima e autoconfiança. Contactar com a sociedade, para além dos limites do lar, é fundamental para estimular as relações sociais e o envolvimento da criança com o seu próprio meio. Na escola, uma criança com Síndrome de Down pode, deve e vai adquirir competências académicas básicas como ler e escrever, tão bem como os restantes alunos. A única diferença é que pode demorar um pouco mais: enquanto as outras crianças aprendem a ler e a escrever em cerca de seis meses, uma criança com Síndrome de Down pode precisar de um ano ou mais. Independentemente disso, os estudos mostram que a educação pode produzir resultados excelentes e até inesperados nas crianças com trissomia 21, daí a importância do empenho dos professores e dos pais.


O mundo lá fora


Apesar de nem sempre ser fácil, a integração social de uma criança com Síndrome de Down é crucial. Se a criança for muito tímida, deve começar por conviver primeiro com outras crianças portadoras de trissomia 21, daí pode passar a brincar com os irmãos dessas crianças até se sentir confiante com outras pessoas. De acordo com os seus interesses, inscreva a criança numa equipa desportiva, num grupo coral, num workshop de teatro ou pintura. Para além de desenvolver os seus talentos, vai fazer amizades e aprender a estar e a trabalhar em grupo. Dependendo das situações sociais, é provável que as crianças com Síndrome de Down reajam de forma diferente, relativamente às outras crianças. Não se preocupe! Isto não quer dizer que não saibam lidar com a situação, mas têm de aprender por eles e através dos seus próprios erros. O instinto natural é para os proteger de tudo e de todos, mas também chegará a altura em que tem de os deixar “desenrascar” sozinhos.


O futuro


Actualmente, muitos portadores de trissomia 21 chegam à idade adulta com as capacidades necessárias para terem uma vida semi ou até totalmente independente: podem viver sozinhos, ter um emprego e até casar. Para assegurar que a sua criança tenha um futuro promissor, espere dela grandes coisas, incentivando-a a ir sempre mais além. Uma boa opção é o ingresso num curso de formação profissional, vocacionada para uma vertente mais prática do que teórica e de preferência com estágio incorporado. Este será meio caminho andado para a sua independência financeira e não só, para a felicidade e a realização pessoal. Quando se dá mais e melhores oportunidades às pessoas com trissomia 21, as suas realizações tendem a crescer proporcionalmente.
(artigo da web)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O destino que ninguém sabia...

O destino que ninguém sabia…


Tudo começou quando na aldeia de Viseu, a Vera teve uma situação inesperada.

No centro da praça, existia uma estátua enorme que tinha muito significado para os habitantes da aldeia de Viseu, foi nesse local que aconteceu o imprevisto.

O velho que andava perto, avistou ao longe a Vera, que a confundiu com outra senhora que lhe tinha feito muito mal no passado, o velho ao aproximar-se começou a discutir e a querer bate-la.

Vindo não se sabe de onde, uma outra pessoa, João, que já algum tempo estava a observar aquele equívoco, começou a pôr ordem na confusão. Nessa mesma noite, o João e a Vera encontraram – se num bar da Sé para tomar um café, estes encontros começaram a ser frequentes. Pela milésima vez, o João quis sair novamente com a Vera.

Outra vez! Diz a Vera com um ar farto das tais saídas, desde daí não s falaram mais.

O tempo passou, passou, passou, até que um dia encontraram-se inesperadamente na praça.

O que ainda ninguém sabia, era que eles estavam destinados a ficarem juntos.

Moral da história, ninguém consegue fugir ao destino, neste caso revelou-se através de um incidente, mesmo ele sentindo uma forte ligação com a Vera, esta tentou evitar, no entanto, no dia em que se voltaram a encontrar o destino falou mais alto.

domingo, 1 de junho de 2008



Fair Play

Tudo começou quando na aldeia do João, resolveram comemorar a subida do clube da terra, o SCF (Sporting Clube de Fermentelos). No centro da praça existia um campo de futebol, e acharam pretinente realizarem um jogo entre a equipa da terra com a equipa da terra vizinha, que já estava na divisão seguinte.
O velho que andava por perto foi quem fez de árbitro, uma vez que este num era um jogo oficial. Vindo não se sabe de onde, um dos jogadores do SCF, o João, conseguiu marcar um golo e assim fazer a diferença, acabando por oferecer à sua equipa a vitória. Nessa mesma noite, no final do jogo, os adversários mostraram-se violentos e arrogantes.
- Oute vez? – diz o João do FCF, quando é atingido com mais uma pedra, mandada por um jogador da equipa contrária.
O tempo passou, passou, passou, e mesmo assim aquelo jogo continuava presente na memória dos jogadores derrotados. O que ainda ninguém sabia era que eles raramente perdiam e, por isso, não conseguiam aceitar de forma positiva e construtiva uma derrota.
Moral da história, os elementos constitutivos de uma equipa têm de ter espírito desportivo e saberem aceitar tão bem uma derrota , como uma vitória.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

A menina sereia

Tudo começou quando na aldeia uma criança estava a brincar com o amigo, e foram para a beira do mar, e para espanto de todos estava uma sereia sentada numa rocha.

No centro da praça existia um belo lago onde costumava andar sempre gente por perto. O velho que andava por perto ouviu as crianças a falarem com a sereia e juntou se a eles. A sereia disse pra irem com ela ao fundo do mar, para entrarem num mundo de magia, mas…

…Vindo não se sabe de onde um peixe voador veio trazer um recado a sereia, e assim fomos com o peixe a frente ver o fundo do mar. Nessa mesma noite vi coisas nunca antes imagináveis, peixes anões, peixes a ir a escola, era o dia a dia de humanos mas debaixo de água.

-Outra vez!? – Diz a sereia a ver os peixes pequenos a brincarem junto do lugar do tubarão, e avisou-os que não os queria ver mais ali.

O tempo passou, passou, passou até que um dia contei esta aventura que passei debaixo de água aos meus amigos, mas ninguém se acreditou em mim.

O que ainda ninguém sabia era que a sereia em tempos tinha sido uma rapariga da aldeia, mas numa das vezes que foi a praia foi mordida por uma piranha e transformou-se em sereia, essa rapariga nunca mais voltou a aldeia e fica de vez em quando sentada nos rochedos a observar de longe a aldeia e a ver o que mudou.



Trabalhos de Expressoes

Nas nossas próximas postagens vamos publicar histórias que nós mesmas fizemos no âmbito da disciplina de expressões... vamos admirar estas historias destas autoras criativas com a respectiva maqueta!!:)

A MENINA POBRE


Tudo começou quando na aldeia da flor da terra do avô Franklim existia uma praça. No centro da praça, existia uma criança que pedia esmola as pessoas que por ali passavam, mas, elas não ligavam nenhuma a pequena porque ela tinha mau aspecto.
O velho que andava por perto e a viu chegou perto dela e deu-lhe um pão que tinha acabado de comprar.
Vindo não se sabe de onde, um cão roubou o pão a pobre criança. Nessa mesma noite um polícia andou de guarda na feira para verificar se a criança continuava a pernoitar ali.

-Outra vez! Disse o polícia para a menina.
- Sim, eu não arranjar outro sítio para dormir…eu dormir ultima noite aqui! Polícia levar eu? Perguntou a menina ao polícia.
-Claro que não! Eu não te vou prender! Só que esta feira é muito perigosa para meninas da tua idade. Respondeu o polícia para menina.

O tempo passou, passou até que um dia apareceu um velhote muito simpático e acolheu a menina que já se encontrava muito doente. O que ainda ninguém sabia era que ela era filha de um casal muito rico e o velhote recebeu uma grande recompensa por ter dado a abrigo a filha perdida do casal.

Moral da história: Nem todas as crianças da rua a mendigar são filhos de famílias pobres, o melhor é ajudar o próximo, porque um dia podemos ser nós o mendigo.

domingo, 18 de maio de 2008

Os três porquinos


Era uma vez três porquinhos que viviam com a sua mãe.Um dia ela disse-lhes:
- Queridos filhos, penso que já são grandinhos para viverem sózinhos e poderem tra-balhar. Têm braços fortes e não lhes falta inteligência para pensar o que é melhor para cada um. Primeiro têm que construír as vossas próprias casas perto uns dos outros e con-tarem com todos os perigos que possam surgir. Os porquinhos puseram-se a caminho.
De todos os três o pequeno era o mais trabalhador, o do meio era trapalhão e o maior era preguiçoso. Como o maior era preguiçoso, fez a casa de palha para ser mais rápido. O do meio fez a casa de madeira pois também não gostava muito de trabalhar. Mas, o mais novo, o mais trabalhador, fez a sua com cimento e tijolos.
Um dia , apareceu o lobo que com um sopro derrubou a casa do mais velho e com ou-tro sopro deitou abaixo a casa do porquinho do meio. Os porquinhos muito amedrontados correram para casa do irmão mais novo com o lobo correndo atrás deles para os comer.
O porquinho abriu-lhes a porta rapidamente e, os irmãos, entraram muito admirados por verem uma casa tão forte e tão bonita.
O lobo pensava que a derrubava, soprava e dizia: - Soprarei soprarei e a casa derrubarei!
Mas a casa era forte e ele não a conseguiu derrubar.Por isso, muito envergonhado fugiu e não voltou mais.
Os porquinhos ficaram tão felizes que fizeram uma grande festa.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

A rã e a vaca =)

Uma rã viu uma vaca. E achou linda, aquela vaca.

- Como ela é gorda! - dizia ela. - Como ela é grande! Eu sou muito pequena, coisa mais chata! Ah, eu queria tanto ser gorda como a vaca!


então a rãzinha começou a comer o máximo que conseguia para ver se ficava gorda, gorda como a vaca!

Às vezes ela nem sentia fome, mas comia assim mesmo e falava para a irmãzinha rã:

- Preste bem atenção, minha irmã, me diga se estou engordando, me diga se fiquei tão gorda quanto à vaca!

- Que nada! Você não é gorda como a vaca.

A rãzinha comeu mais ainda, e engordou bastante; quase nem conseguia mais saltar

- E agora, já estou tão gorda quanto à vaca?

- Que nada! Você não é gorda como a vaca. Você é bem menor. Nunca na vida você vai ser tão gorda quanto à vaca.

Mas a rãzinha queria porque queria ficar tão gorda quanto à vaca. Aí começou a comer mais grama, mais moscas, e todas as comidas que encontrava pela frente.

E ela engordava. Quase nem conseguia mais andar.

Tinha virado uma rã gorda, gorda, mas não tão gorda quanto a vaca, e sua irmãzinha rã ficava zombando dela.

- Pode comer tudo que quiser, que não vai adiantar. Nunca na vida você vai ficar tão gorda quanto à vaca. Você é uma rãzinha, uma rãzinha pequena! Por que foi inventar de ficar tão gorda quanto à vaca?

Mas a rãzinha não dava a mínima para sua irmã. Continuava comendo

E vocês sabem o que aconteceu?

Ela comeu demais, ficou doente e morreu.

Ah que doidinha, aquela rã invejosa! Por que ela não queria ser uma pequena rãzinha?


As rãs são muito simpáticas, pequenas daquele jeito . . . Se fossem gordas como as vacas, seriam muito feias e não conseguiriam saltar na relva e se esconder debaixo das folhas ou no meio das plantas quando a gente tenta agarrá-las.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

sexta-feira, 25 de abril de 2008

quinta-feira, 24 de abril de 2008

A Cigarra e a Formiga



Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou: - Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir! - Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno. Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer. Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha.






A cigarra então aconselhou: - Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar! A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga. Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa. A rainha das formigas falou então para a cigarra: - Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio. A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou: - Hum!! O inverno ainda está longe, querida! Para cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo. Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga. Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio. Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa. Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: - No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante para nós. Para cigarra e paras formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.

Criança




Criança

Bem vindo ao mundo encantado das crianças
Onde há, esperança, inocência, fantasia
Especialistas na curiosidade, pulos, saltos e muita brincadeira
O mundo das crianças está na nossa infância onde tudo tem mais fantasia
Crianças, crianças elas são a nossa maior alegria

Criança é a nossa alegria
É o melhor professor que podemos ter, pois com ela aprendemos muitas coisas
A sua inocência é tão natural que acaba por nos cativar a todos

É tão bom ser criança
Ter sempre o papa e a mamã só para nós
Não há nada melhor do que o carinho dos pais
Um conto de fadas contado a noitinha para um sonho cor de rosa a criança ter
Para no dia a seguir se reunir a família e dar grandes gargalhadas sem qualquer preocupação

O alfabeto

domingo, 20 de abril de 2008

Filmes Infantis